17 de maio: Dia Internacional da Internet

Com isso tudo a gente nem precisa de vida, né?!

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Viciado, eu?!

Já disseram por aí que você é viciado no Facebook?
Tá na dúvida?
Então presta atenção…

Você passa boa parte do seu tempo pensando ou planejando usá-lo?
Você sente uma necessidade de postar cada vez mais?
Você só se lembra dos seus eventos porque o ele te avisa?
Você usa o Facebook pra tentar se distrair e esquecer seus problemas pessoais?
Quando você gosta de algo que alguém falou numa conversa real, você mentalmente pensa que curtiu a conversa?
Você já tentou parar de usar alguma vez, sem sucesso?
Você fica irritado/nervoso quando é proibido de usar o Facebook?
Você usa tanto que ele acaba tendo um impacto negativo no seu trabalho/estudo?

Essas questões foram organizadas por uma universidade norueguesa com o propósito de saber o grau do vício pelo Facebook. Esse estudo foi realizado com 423 estudantes e o mais legal é a escala que eles usam pra saber o grau de vício. A pesquisa foi feita com 18 itens.

Eles refletem 6 principais fatores do vício:

Apego, Alteração de humor, Tolerância, Abstinência, Confusão e Recaída.
Outras escalas como sociabilidade online e postura, além de questões sobre o sono, também foram medidas.

Se você respondeu sim pra maioria das questões isso pode concluir que você é um viciado.

Mas nada demais! Se quiser mudar isso, aos poucos, vá diminuindo seu tempo de uso ou programe horários, além de tentar ocupar seu tempo online com outras coisas (como, por exemplo, ler o eliascunha.com rsrs’), estudar, assistir filmes, séries e aos poucos ir largando essa máquina mortífera virtual.

Pelo menos você pode sofrer menos no dia que as coisas do video abaixo acontecerem:

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Pensem fora da caixinha

Dizem que “A Internet e a Pirataria são inseparáveis”.

Já se pensa que passou a não ser ruim controlar quem é dono de um arquivo digital, já que isso força a indústria de entretenimento a usar a rede de forma criativa e quem ganha é a gente.

Os próprios músicos e escritores já entenderam que podem lurcar mais com a disseminação de seus trabalhos na Web.

A “Rede” teve o intuito de, nada mais nada menos, que disseminar trocar arquivos desde sua criação.

“Um estudo feito por pesquisadores americanos mostrou que a pirataria de arquivos não provocou queda nas bilheterias de cinema entre 2003 e 2006”

Se a PriceWaterhouseCoopers e o iDATE apontaram crescimento expressivo entre 1998 e 2010 (de 449 bilhões de dólares para 745 bilhões, com crescimento de 66%) em um mesmo período que a banda larga está cada vez mais larga, tudo indica que os possíveis efeitos negativos da pirataria aparentemente não impediram as empresas de ganhar muito dinheiro.

Isso não passa de uma guerra de gerações.

A indústria precisa acompanhar o momento. Fabricantes não deviam manipular o governo para criar leis que nos forcem a consumir seus produtos, que por sua vez restauram uma grana enorme em impostos mal administrados. A evolução passa por eles, que precisam enxergar um mercado em metamorfose.

Toda vez que surge algo novo de um lado, outro lado do sistema entra em pânico e nada disso destruiu o avanço e a qualidade musical e cinematográfica. Refiro-me ao Rádio, a TV, a Fita Cassete e ao DVD Virgem. As companias se adaptaram e sobreviveram e quem não se adapta à mente do consumidor, em qualquer negócio, morre mesmo.

Pegue uma lista dos filmes mais baixados ilegalmente e faça um paralelo com sua bilheteria.

No momento que se impõe uma forma abusiva de consumir um determinado produto, o consumidor logo busca formas alternativas. Mas uma coisa comprovadamente não intervem na outra.

Defendo a ideia, mas não tenho hábito de baixar filmes piratas na Internet. De verdade!

Assino minha TV a cabo para (depois de esperar um pouco) assistir o que quero e eventualmente vou ao cinema – já frequentei mais antes – mas foi uma solução Legal que satisfez. Também assisto muitos shows e, sim, tenho uma coleção de DVDS originais dos meus artistas preferidos na minha sala. Pago pelo que acho justo e pelo que realmente gosto.

Outro dia ouvi da Pitty, ao lançar o projeto Agridoce, que eles iam disponibilizar o material livre na Internet, acreditando que quem curte mesmo o trabalho vai atras pra ter o CD/DVD original na prateleira. Ela e outros grandes artistas já ingressaram na idéia e viram que é possível usar o potencial da disseminação da Internet para aumentar sua legião de fãs e mostrar seu trabalho.

Porém, todas as músicas no meu iPod são piratas. São mesmo. Fazer o que? Pagar uns R$ 30,00 (sei lá) em um CD eu acho abusivo.

Segue uma lista legal que peguei da revista Info, sobre quem está acompanhando essa transformação, enquanto empresários, políticos e ativistas não se entendem:

>>> A banda Raiohead lançou seu álbum In Rainbows primeiro na Internet e deixou que os fãs decidissem quanto pagar pelas músicas. Era posssível também baixar de graça e o grupo alcançou o topo das paradas de britânicas e o Top200 da BillBoard.

>>> Os produtores do desenho animado South Park decidiram colocar todos os episódios para exibição gratuita no site oficial. A justificativa foi simples e direta: “Já que todo mundo vai piratear mesmo, melhor que vejam em nossa página.”

>>> A Sony, Universal, EMI e Disney uniram-se no portal de videos Vevo, que mostra videoclipes e shows ao vivo. No YouTube, o grupo oferece conteúdo em troca de participação na publicidade das páginas de exibição.

Com ou sem leis, a informação não para de circular na web.
Tem gente que se esquece disso e pode estar deixando de ganhar mais dinheiro ainda.

“Não questione. Aceite!”

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Eu tenho a sorte de um amor tranquilo

Às vezes nem tanto, mas é muito amor!

Mais no meu Flickr

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RapidShare lança manifesto antipirataria. Que ironia.

Lembra quando o RapidShare era quase sinônimo de pirataria? Desde que o MegaUpload acabou, eles vêm fazendo de tudo para acabar com essa imagem. A mais nova medida é divulgar um manifesto antipirataria para sites que armazenam arquivos – eles recomendam até violar sua privacidade caso haja suspeita de pirataria.

O documento de quatro páginas “leva a obrigação [de proteger o direito autoral] a um novo nível”, segundo o Rapidshare. O manifesto é algo completamente diferente do que se espera de um ex-site de pirataria.

Por exemplo, se houver apenas a suspeita de violação de copyright, os usuários são culpados até serem provados inocentes: a conta deve ser eliminada quando houver pedidos o suficiente vindos de donos de direitos autorais.

E para contas acusadas de violar copyright, o RapidShare recomenda atualizar os termos de serviço para incluir o direito de inspecionar os arquivos do usuário. O manifesto também sugere que os serviços para armazenar arquivos operem de países que respeitem o direito autoral – o que não é tanto o caso da Suíça, onde fica a sede da RapidShare.

A empresa agora se posiciona como uma concorrente do Dropbox nesse negócio de “hospedagem na nuvem”. Mas depois de ser processada inúmeras vezes por distribuir conteúdo com direitos autorais, o RapidShare quer deixar bem claro que não voltará aos modos bucaneiros do passado.

Desde fevereiro, usuários não-pagantes sofrem com downloads lentos no RapidShare. O site disse que o objetivo é diminuir o uso ilegítimo do site – quem sabe também seja aumentar o número de usuários pagantes. Depois desse manifesto, talvez os usuários pensem duas vezes antes de pagar.

[Manifesto via TorrentFreak]

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